Revista Fertilitat

Ediçao 7 - Janeiro 2014


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João Pedro Moreira

Porto Alegre

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Sociedade Brasileira de Reprodução Humana deve seguir baseada na competência, ciência e ética

Sócia-diretora do Fertilitat ? Centro de Medicina Reprodutiva, acaba de assumir a presidência da SBRH, para o biênio de 2013-2014


A médica ginecologista Mariangela Badalotti, sócia-diretora do Fertilitat ? Centro de Medicina Reprodutiva, acaba de assumir a presidência da Sociedade Brasileira de Reprodução Humana ? SBRH, para o biênio de 2013-2014. A posse ocorreu durante o 25º Congresso Brasileiro de Reprodução Humana, em novembro passado, na Capital paulista. Assim sendo, reproduziremos trechos de uma entrevista concedida, recentemente, por Mariangela Badalotti ao informativo da SBRH, que adianta algumas questões que devem ser defendidas e aprimoradas pelos integrantes dessa nova gestão:

Quais os principais projetos de gestão como presidente da SBRH?
Pretendemos dar continuidade ao trabalho desenvolvido pela diretoria anterior, o que já me coloca em posição de enorme responsabilidade, uma vez que a atuação do nosso caro colega Arthur Dzik e sua diretoria foram exemplares. Pretendemos seguir na linha de gestão baseada na competência, na ciência e na ética, engrandecendo nossa SBRH.
Temos planos para aproximar a SBRH da comunidade; estimular o debate de questões ético-legais de interesse da sociedade como um todo; buscar regulamentação para temas de reprodução assistida; aumentar a interação com outros profissionais da saúde, como embriologistas, psicólogos e enfermeiros; promover parcerias com sociedades internacionais, buscando inserção científica nesta comunidade, entre outros objetivos.

Qual sua perspectiva sobre os desafios no campo da reprodução humana no país?
Precisamos nos mobilizar em relação às questões preventivas da reprodução humana, que fundamentalmente passam pela educação sexual. É a forma de reduzir os índices de gestação não planejada e de infertilidade secundária a doenças sexualmente transmissíveis, por exemplo. Outro grande desafio neste campo é aumentar o acesso à reprodução assistida.

Existe alguma preocupação específica sobre os aspectos ético-legais em reprodução assistida?
Sem dúvida temos pelo menos dois grandes temas que urgem ser debatidos e regulamentados, que são a doação de óvulos e o destino dos embriões congelados. A SBRH pode capitanear esta discussão.

Como serão tratadas questões como o aprimoramento profissional e a educação continuada?
Seguiremos com os Boletins e os Manuais, mantendo a qualidade atual. A revista deverá ter modificações, buscando um maior reconhecimento e inserção internacional. Manteremos o estímulo e apoio para que os delegados promovam cursos, dentro das características e necessidades específicas de cada Delegacia.

O que pode esperar o associado da SBRH da nova presidência?
Entendo o cargo como uma missão e me disponho a cumprí-la com muito entusiasmo, responsabilidade e disposição. O associado pode contar com toda determinação e engajamento na abordagem de questões de seu interesse. Além disso, minha proposta é de uma gestão participativa, que aglutine pessoas e ideias na busca de crescimento e valorização da nossa Sociedade.

Vale destacar que Mariangela Badalotti é a segunda mulher a assumir a presidência da entidade. O sócio-diretor do Fertilitat, o médico Alvaro Petracco, anteriormente também atuou como presidente e vice-presidente da SBRH.


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